Partidos articulam novas federações para 2026; entenda

PSB, PDT, Solidariedade e Cidadania negociam a formação de uma nova federação, mas podem criar blocos separados; PP e Republicanos também podem se unir


  REUTERS/Ricardo Moraes


 As articulações para a formação de novas federações partidárias devem dominar as agendas dos dirigentes após o segundo turno das eleições.



O PSB aprovou, na executiva da sigla, a abertura de diálogo com PDT e Cidadania para a formação de uma federação que começaria a valer em 2026.

  

Já a cúpula do PSDB – que atualmente está federado com o Cidadania – terá reuniões com Solidariedade e PDT com o mesmo objetivo.


As negociações em torno do PDT passam por um componente local. O ex-ministro Ciro Gomes rompeu com o irmão Cid Gomes, que migrou para o PSB e apoia Evandro Leitão (PT) em Fortaleza.


Todos esses partidos avaliam que terão mais força no Congresso e chances de superar a cláusula de barreiras se estiverem federados.


No outro lado do espectro político, o PP e o Republicanos estão em estágio avançado de negociação para a formação de uma federação, que nesse caso pode ser constituída a tempo da eleição envolvendo a mesa diretora da Câmara.


Pela legislação, os partidos são obrigados a permanecerem juntos por 4 anos após a criação da federação.


Segundo o advogado eleitoralista Arthur Rollo, se houver rompimento antes disso, o partido fica proibido de fazer coligações, de entrar em novas federações por duas eleições e ainda perde o fundo partidário.

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